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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Balança de Pagamentos

Balança de Pagamentos (B.P.)

Busca medir, registrar o fluxo de moeda estrangeira na economia.
É composto por diversas balanças. Associa-se o sinal positivo , por convenção, a toda entrada de moeda estrangeira é o sinal negativo a saída de moeda.
Se o saldo da balança é positivo diz-se que ocorre superavit e se negativo há deficit.

Balança de Pagamentos

1) Balança Comercial (B.C.)
Exportações
Importações
___________
Saldo B.C.

2) Balança de Serviços (B.S.)
Fretes, seguros
Despesas oficiais
Remessa de lucros
Lucros
__________________
Saldo B.S.

3) Transferências Unilaterais (T.U.)
Doações
Transferências
___________________
Saldo T.U.

4) Balança de Transições Correntes (B.T.C.)
ou saldo em Conta Corrente
D = A + B + C

5) Balança de Capitais (B.K.)
Investimentos diretos
Empréstimos
Amortizações 
Aplicações
________________
Saldo B.K.

6) Saldo B.P. =  D + E
O B.P. deve estar em equilíbrio, variando então a tava de câmbio de forma que haja equilíbrio entre entradas e saídas de moeda estrangeira. Isto se o câmbio for de mercado.


Caso Brasileiro

Como o Brasil paga juro em valor elevado (cerca de R$120 bilhões ao ano) pode ocorrer duas possibilidades:

1) Se BC < 0 (deficit na balança comercial) como BS << 0
Logo, BC + BS + TU =  BTC < < 0
Assim, para BT ≅ 0 --> BP = BTC + BK = 0
Então, BK > 0 --> entrada de capital (dinheiro novo) para equilibrar BP


2) Se BC >> 0 (superavit na BC)
Então, BC + BS + TU ≅ 0
Assim, BTC ≅ 0 (equilíbrio no saldo em conta corrente)
*Não há necessidade de dinheiro novo (BK > 0), ainda que se possa haver entrada de capital pela atratividade da economia do país.



GLOBALIZAÇÃO

Pós guerra anos 60: papel relevante do Estado na promoção de atividades econômicas (Keynesianismo)

Anos 70: tecnologias de informação e de comunicação (crises do petróleo, 74 e 79)

Anos 80 em diante:  redução da presença do Estado na economia, visando ganhos eficiência (Neoliberalismo)

*Redução/barreiras alfandegárias e financeiras
*Privatização de empresas públicas ( telefonia, educação, saúde, bancos estaduais)
*Maior rigos monetário: busca de equilíbrio fiscal, ex.: LRF 




quarta-feira, 31 de julho de 2013

Setor Externo

SETOR EXTERNO

Uma economia, em geral, não consegue produzir tudo o que pretende consumir, seja por questões climáticas, seja por não dominar a tecnologia necessária, o país importa alguns produtos e/ou serviços.
Assim, faz-se necessário definir uma relação entre as moedas das duas economias, a que importa e a que exporta dada mercadoria.

CÂMBIO 

A esta relação de troca entre as moedas dá-se o nome de câmbio.
Então, a definição mais comum de câmbio é o preço da moeda estrangeira. Como a economia mias importante é a americana, usa-se a sua moeda como padrão da moeda estrangeira. Logo, o câmbio é, em termos práticos, o preço do dólar americano.
Se o câmbio está alto, o preço do dólar é alto, por exemplo: |US$|= 4 RS$. Nesta situação são necessários muitos reais para fazer um dólar. Logo, o preço de nosso produto em dólares tonar-se baixo se o câmbio está alto. O nosso produto fica competitivo lá fora, tendendo a elevar nossas exportações (caso haja demanda externa) , o que eleva nossa produção e o emprego aqui dentro.
Por outro lado, nossas importações ficam caras, pois o preço do produto estrangeiro em dólares deve ser multiplicado pelo câmbio (alto) para se achar o preço em reais.
Assim, nos gastos com importações são elevadas, se o câmbio está alto.
Isto pode levar, em algumas situações, a tentativas de se passar a produzir aqui dentro o que vem sendo importado, com o objetivo de economizar divisas (dólares) e também gerando emprego internamente.

(Elaborar em casa uma análise e consequências par a o câmbio baixo).

REGIMES DE CÂMBIO

Determina-se o câmbio:

      1) Pelo mercado:
Os ofertantes de dólares são os exportadores brasileiros, as pessoas/firmas estrangeiras, que investem na economia brasileira, os especuladores que fazem empréstimos ao Brasil, etc.
Os demandantes de dólares são os importadores brasileiros, as empresas multinacionais com sede no exterior, que rendem lucros para o exterior, os pagamentos de juros relativos a empréstimos tomados lá fora, etc.

      2) Pelo governo:
Neste caso, o governo pretende um dado valor para o câmbio, em função de sua política econômica e injeta ou compra dólares para levar o câmbio ao valor determinado pelo governo.